Negro em Sião

Semana passada fui para a conferência de FAIR. Gostei de todos os discursos, mas ainda mais do discurso de Marcus Martins. O título do discurso dele foi “Negro em Sião”. Ele falou sobre como foi ser negro na Igreja Mormon antes de poder ser portador do sacerdócio. Aqui são as notações que escrevi durante a presentação dele:

  • A proibição do sacerdocio para os negros com certeza faz parte de nossa história, mas não se importa muito agora
  • Negros têm a oportunidade de exercer fé de maneira que as outras raças nunca terão
  • “Creio que a Proibição não faz parte do evangelho eterno, mas foi uma lei terrena em resposta às situações da época”
  • A revelação que estendeu o sacerdócio a todas raças é comparável com a revelação que Paulo recebeu de pregar aos Gentios.
  • Há tanta guerra, ódio, e preconceitos no mundo hoje. É importante que sejamos “exemplos dos crentes”.
  • A proibição não foi necessariamente racista por parte da Igreja Mormon mas deu justificação para alguns membros racistas.
  • Em 1973, Presidente Spencer Kimball se encontrou com o pai de Marcus Martins (Helvécio Martins) e disse-lhe que se ele continuasse fiel, receberia todas as bênçãos do evangelho.
  • Atividade é mais importante que activismo

Antes do discurso conheci Irmão Martins e gostei de aprender que ele é do Rio de Janeiro. Ele morou no Brasil até 1990, quando ele veio aos Estados Unidos. Agora ele mora no Havaí e trabalha na BYU-Havaí